Hoje nem eu me recomendo...

12
Abr 12

Onde posso escrever tudo o que te quero dizer não correndo o risco de me magoar a mim mesma depois.

Porque eu sei assumir os riscos e posso até estampar a cara e o coração no fim da estrada, mas sempre aprendi a levantar-me no final, sacudir a poeira e dizer que fiz asneira sem quaqluer tipo de arrependimento.

Mas sempre me foi mais difícil fazê-lo com outros a ver.

Não sei sequer porque te continuo a procurar depois de quase 7 anos, 3 dos quais sem qualquer tipo de contacto.

Mas a verdade é que não me sais do pensamento. Que eu tento e re-tento e continuo a não te conseguir esquecer.

Como se nós os dois fossemos uma promessa antiga ainda por cumprir.

Ainda que eu nunca tenha sabido o que fazer contigo, não ouçamos as mesmas canções e tenhamos ritmos de dança diferentes.

Mas basta ouvir o som da tua voz e a minha vontade é largar tudo e fazer os quase 9.000kms que nos separam. Para que finalmente cumpramos o que o Destino nos prometeu há 7 anos atrás e vivamos o que tiver de ser, ainda que com data, tempo e lugar marcados. 

Não quero saber! Só quero acalmar a dor que trago no peito. Porque a irracionalidade que me provocas mata-me aos poucos. 

A verdade, essa, é que tu mexes com a minha alma. E quando isso acontece, não há nada que possa fazer porque eu própria não a controlo.

E a vida será sempre demasiado curta para um nós.

 

And now?

 

 

Consumido por A. Leya às 17:54
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