Hoje nem eu me recomendo...

20
Nov 12

Isto é tão verdade, que a minha querida colega de trabalho usa mesmo os 3 nomes: um próprio e dois apelidos!

Consumido por A. Leya às 16:13

19
Nov 12
Consumido por A. Leya às 10:16

18
Nov 12
Mas com quem é que ficou o Manolo???
Consumido por A. Leya às 18:41

17
Nov 12
Consumido por A. Leya às 19:29

16
Nov 12

 

Consumido por A. Leya às 17:26

 


#9 - Ser couchsurfer!

Consumido por A. Leya às 11:51
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15
Nov 12

 

Consumido por A. Leya às 12:39

14
Nov 12

O que eu quero é um amor destes.


Consumido por A. Leya às 12:12

 

Consumido por A. Leya às 10:37

12
Nov 12

A entidade empregadora devia dar-nos uns dias para nos recompormos.

Não adianta de nada obrigarem-nos a estar lá 7h/8h por dia, quando não fazemos nada de jeito e na maioria dos casos o que fazemos, fazemos mal. E nem é de propósito, é apenas porque estamos tão entorpecidas que nos é humanamente impossível ver além do óbvio e planear coisas a longo prazo.

O que a entidade empregadora devia perceber é que a nossa vontade de acreditar morreu, pelo que nos impossível planear a longo prazo. Já o fizemos anteriormente com aquela pessoa e vimos que foi tudo em vão, porque vamos voltar a acreditar que desta vez funciona mesmo que seja em termos de trabalho?

Essa coisa de enfiar a cabeça no trabalho é só uma desculpa para não se enfrentarem os problemas mal eles surgem. É no fundo mais uma forma de procrastinação que todos usamos quando o que está à nossa frente nos parece demasiado grande para que o consigo driblar.

De nada adianta estar aqui a fingir que trabalho, a responder mal às pessoas, a ter má vontade com tudo o que me cai no colo ou me pedem para fazer. Quando o que me apetece mesmo é gritar aos sete ventos que esta porra dói como o raio e que se a vida acha que não mereço ser feliz então a minha empresa também não merece que eu finja que estou a sorrir e que a vida vai bem e que a minha produtividade aumenta na mesma proporção do tamanho do buraco do meu coração.

Tenho um buraco no peito, do tamanho de uma bala de bazuca que estranhamente não sangra porque a dose de anestesia não me permite fazê-lo. Tenho um coração partido em mil pedaços. Tantos que não os vejo todos e não sei definitivamente como se colam. Tantos, tão afiados que se alguém tem o azar de pisar um vai levar pontos de certeza.

Se a minha entidade empregadora soubesse o perigo de me deixar vir trabalhar assim, pagava-me para estar em casa. Porque acho que nenhuma entidade empregadora quer uma bomba relógio que quando explode atira esse milhares de pedaços cortantes em todas as direcções, acertando em todos aqueles que tiverem o azar de estar na mira.

Nenhum patrão deveria querer a trabalhar uma pessoa cuja mira está avariada e impossibilitada de comandar o tiro. Uma pessoa assim, é capaz de fazer mais estragos que melhorias.

Devia haver um Artigo no Código do Trabalho que nos permitisse ficar em casa se constituirmos uma ameaça à integridade física dos outros.

E acreditem que eu hoje constituo.

Consumido por A. Leya às 12:23

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